Sonetos #2020

Sonetos Florbela Espanca Sonetos Florbela a verdadeira poesia no feminino singular Obra po tica de rara sensibilidade em que o caso humano se faz poema Florbela Soror Saudade irm da amargura e voz da Charneca em Flor Colec o Grande

  • Title: Sonetos
  • Author: Florbela Espanca
  • ISBN: 9789721021020
  • Page: 175
  • Format: Mass Market Paperback
  • Sonetos Florbela Espanca Florbela a verdadeira poesia no feminino singular.Obra po tica de rara sensibilidade em que o caso humano se faz poema.Florbela Soror Saudade , irm da amargura e voz da Charneca em Flor.Colec o Grandes Cl ssicos da Poesia
    Sonetos Florbela Espanca

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      175 Florbela Espanca
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      Posted by:Florbela Espanca
      Published :2020-04-06T03:38:24+00:00

    One thought on “Sonetos”

    1. Hoje, quando cumpria o meu ritual semanal de namorar um pouco com os meus livros, toquei nos sonetos de Florbela Tenho este livro desde 1981 e perdi a conta s vezes que o li Dentro tem um papelinho no qual assinalei os sonetos que tanto falavam ao meu cora o Reli esses e alguns outros, e apercebi me que perdi a capacidade para os ouvir Excepto um Perdi os meus fant sticos castelos Como n voa distante que se esfuma Quis vencer, quis lutar, quis defend los Quebrei as minhas lan as uma a uma Perdi [...]

    2. The Alentejo birthplace fed his literary imagination and perhaps explains their constant oscillation between self absorbed meditation and a kind of body and dispersive delivery to landscape earth, sun, sap, flower The pregnant aridity of life of the Alentejo moorland, which it describes as sacred , provides her the metaphoric synthesis in which his poetry dives between pagan sensuality and mystical pantheism, as well as have provided her the title HEATH IN FLOWER NOTE OF EDITOR

    3. Gosto de ti, chuva, nos beirados,Dizendo coisas que ningu m entende Da tua cantilena se desprendeUm sonho de magia e de pecados.Dos teus p lidos dedos delicadosUma alada can o palpita e ascende,Frases que a nossa boca n o aprende,Murm rios por caminhos desolados.Pelo meu rosto branco, sempre frio,Fazes passar o l gubre arrepioDas sensa es estranhas, dolorosasTalvez um dia entenda o teu mist rioQuando inerte, na paz do cemit rio,O meu corpo matar a fome s rosas

    4. Confesso que normalmente n o leio poesia, mas n o podia deixar de ler este livro de sonetos de Florbela Espanca A intensidade,vulnerabilidade e emo o dos seus poemas n o me deixaram de todo indiferente.Resumindo adorei Aqui deixo um dos meus poemas favoritos Eu sou a que no mundo anda perdida,Eu sou a que na vida n o tem norte,Sou a irm do Sonho, e desta sorteSou a crucificada a doloridaSombra de n voa t nue e esvaecida,E que o destino amargo, triste e forte,Impele brutalmente para a morte Alma [...]

    5. A beleza dos sonetos onde transparece uma melancolia, uma loucura, um narcissismo e um erotismo que nos deixa t o ou mais desequilibrados do que a pr pria Florbela Espanca t o bom ler autores portugueses

    6. Florbela Espanca, poetisa fortemente influenciada por Cam es e Antero de Quental, no que respeita estrutura externa dos seus poemas sonetos.Estes deixam transbordar sensualismo, atrav s de uma linguagem passional de um cunho muito pessoal a procura da felicidade que s ser alcan ada no infinito N o se sente realizada na solid o que a envolve A natureza, muitas vezes, alvo dos seus anseios, da busca absoluta da felicidade que diz ter lhe sido negadaos seus anseios levados ao excesso deixam antever [...]

    7. Foi um refrescar da mem ria, porque ningu m escreve sobre amor, dor e sentimentos como a Florbela Espanca com todo o carinho guardo este tesouro que tenho a certeza vou reler muitas mais vezes

    8. Anos ap s ter lido este livro pela primeira vez, decidi pegar lhe de novo e ver o que achava desta vez Bem, continuo a gostar tanto dele como sempre, se bem que, desta vez, notei que n o gostei tanto da segunda metade desta compila o como da primeira, enquanto que antes tinha gostado de todo o livro por igual N o que a segunda parte contenha poemas inferiores primeira, penso que isto n o passa de uma prefer ncia pessoal j que me identifiquei mais com os poemas de uma parte do que da outra Para m [...]

    9. Este pequeno grande livro de sonetos de Florbela Espanca deu me uma vis o mais aprofundada da poetisa que j conhecia dos estudos acad micos.Apelidada de mulher poeta, Florbela o exemplo de como era dif cil para as mulheres tomarem as r deas da sua pr pria vida e como eram, tantas vezes, diminu das e desvalorizadas perante uma sociedade em que os homens podiam e mandavam Ela foi a excep o e a sua escrita, triste e melanc lica, transmite nos o seu sofrimento por procurar o amor num meio que a cons [...]

    10. Em Busca do AmorO meu Destino disse me a chorar Pela estrada da Vida vai andando E, aos que vires passar, interrogandoAcerca do Amor que h s de encontrar Fui pela estrada a rir e a cantar,As contas do meu sonho desfiandoE noite e dia, chuva e ao luar,Fui sempre caminhando e perguntandoMesmo a um velho eu perguntei Velhinho,Viste o Amor acaso em teu caminho E o velho estremeceu olhoue riuAgora pela estrada, j cansadosVoltam todos para tr s, desanimadosE eu paro a murmurar Ningu m o viu

    11. Consigo ver nos versos de Florbela tra os caracter sticos da sua neurose Penso que sem esse dist rbio, seria apenas mais uma escritora amadora.Eu, pessoalmente, n o gostei da sua poesia pelo simples facto de se arrastar sempre pelo mesmo caminho e de n o arrebatar na minha leitura qualquer tipo de sentimento Noto que toda a sua tristeza transformada de maneira muito inteligente em versos puros e fortes mas t m uma linguagem po tica t o forte que perdem a sua ess ncia e naturalidade Reconhe o o s [...]

    12. Para qu Tudo vaidade neste mundo v oTudo tristeza, tudo p , nada E mal desponta em n s a madrugada,Vem logo a noite encher o cora o At o amor nos mente, essa can oQue o nosso peito ri gargalhada,Flor que nascida e logo desfolhada,P talas que se pisam pelo ch o Beijos de amor Pra qu Tristes vaidades Sonhos que logo s o realidades,Que nos deixa a alma como morta S neles acredita quem louca Beijos de amor que v o de boca em boca,Como pobres que v o de porta em porta in, Livro de M goas 1919

    13. N o gostei muito deste livro, a Florbela era realmente uma grande poetisa mas a grande maioria dos seus textos po ticos s o tristes, dram ticos e negativistas Onde h falta de amor, onde se sente a angustia, o sofrimento, o desespero, a solid o e a tristeza da autora Tornando a leitura algo enfadonha.No entanto, no meio de tantos textos tristes tamb m existem alguns textos de uma rara beleza po tica.Recomendo a leitura, apesar de n o ter gostado da mesma, os gostos mudam de pessoa para pessoa Por [...]

    14. Eu n o sou um grande f de poesia, mas h obras que s o incontorn veis e esta uma delas Ningu m escreve sonetos como os de Florbela Espanca A meio da leitura ca na tenta o de ouvir as vers es em fado de Mariza dos sonetos Caravelas e Desejos V os Ambas as interpreta es capturam o essencial dos sentimentos derramados nestes versos sonhos perdidos, amor n o correspondido e o desejo da morte.Recomendo o livro o quem gostar Cam es, Antero ou poesia em geral.

    15. Poemas imperd veis unmissable poemsO anseio pelo esplendor dos sentimentos transmiss vel ao longo dos sonetos, alguns belos e melodiosos, outros denotando um desespero que s as almas mais sens veis compreendem leitura obrigat ria.The yearning for the splendor of feelings is transmitted over the sonnets, some beautiful and melodious, others denoting a desperation that only the most sensitive souls understand It is required reading.

    16. I m not much of a fan of poetry Or at least I wasn t until I met Florbela Espanca Her poetry is filled with so much pain and suffering, and yet, sometimes I can feel hope in her verses Her poetry makes me cry makes me feel makes me think and wonder about life Whenever I m in the mood I just pick up this book and read a few random pages And I love it

    17. Florbela is my favorite poet, her poems have the capacity of touching our inner most part of our person It is simply unspeakable.

    18. I m in love with her poetry since I learned about her at the age of 13 Never read all her sonets until now and of course I m not disappointed I love Florbela so much.

    19. Em quantos poemas diferentes pode uma pessoa referir o p r do sol Em muitos E, j agora, LOIRO N O UM ADJECTIVO QUE POSSA SER USADO PARA DESCREVER OLHOS ok ok.

    20. Adorei A express o de sentimento puro convida a cont nua leitura dos poemas, demonstrando se ao longo destes uma grande profundidade emocional A melancolia um tema recorrente e, tal como acontece na m sica, que quando se est triste, m sica triste se vai ouvir, no caso da leitura, ler os sonetos de Florbela Espanca uma bela equival ncia.

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